21 de março de 2010

AMIGAS, AMIGAS... (parte 1)

Dar uma festa é sempre uma maneira de aparecer positivamente. E eu sabia do trabalho que teria para acolher aquela gente toda, mas com cada um fazendo a sua parte, a mão-de-obra ficaria para o dia seguinte.

O mais importante quando se faz uma festa americana é entender que suas convidadas não fazem parte de seu alvo, mas sim suas amigas. Com cada um levando comida e bebida, as agregadas se tornam a parte mais interessante para o anfitrião, que passa a conhecê-las todas, e para os convidados, que se deparam com interessantes novidades.

Assim foi. Minha convidada chegou com a irmã e uma amiga. A amiga parecia meio patricinha, não tinha ido muito com a minha cara, o que acabou definindo o meu objetivo da noite. Mas os sinais ambíguos me confundiam – logo a mim, tão acostumado com esse jogo.

Festa de Réveillon, interlúdio: depois de muita comida e bebida, todos foram para a areia ver os fogos. No caminho, um amigo me chamou a atenção para a oportunidade: a investida parecia ter retorno certo.

Não foi bem assim: o máximo que consegui foi um beijo de virada de ano, bem sem graça, e outro quase que arrancado quando dei um jeito de ficar sozinho com ela no elevador na volta para casa.

Uma pena, mas aquele fim de semana prolongado prometia mais. Muito mais.

3 comentários:

João disse...

É, realmente isso tem cara de série. Mas meu final de ano nem isso teve, então...

Ju ♥ disse...

eu gosto de festa americana, principalmente quando todo mundo leva o 'prometido'. rs

ah, gosto também de beijo roubado...

Gustavo disse...

Transforma a casa toda em um matadouro potencial.