
Caminhando pela Viveiros de Castros, com quem eu me deparo? Com a baixinha da outra vez! Ela me reconheceu e começamos a conversar. Perguntei se ela tinha uma amiga para irmos todos para o hotel. Surpreendentemente, ela disse que não era necessário. "Eu dou conta dos dois". Nos entreolhamos e meu amigo disse que sim. Como não dava para conversar muito ali na frente dela, aceitei como uma forma de corrigir o que acontecera da outra vez.
O hotel era barato, havia um desconto para as putas que, no fim das contas, eram quem sustentavam a espelunca com seus clientes. No elevador, ela encontrou uma amiga e descobrimos que, naquele ínterim, ela havia tido um filho. Cedo ou tarde, todas elas têm.
Novamente, eu quis ser o primeiro. Embora aquele provavelmente não fosse seu primeiro programa da noite, a sensação de ficar esperando meu amigo terminar me pareceu muito ruim.
E lá fui eu novamente. Não foi nada demais, mas foi até bom e consideravelmente rápido. Melhor do que o que acontecera da outra vez. Saí de avisei o meu amigo: "É a sua vez".
Ele demorou mais um pouco: resolveu levar a sério, fez uma massagem nela e tratou com mais carinho. Eu também sempre gostei de tratar as putas muito bem, como se eu não estivesse pagando. Um clima antes, uma conversa depois e elas até conseguiam se divertir.
Ele saiu do quarto meio assustado. "Ela gozou. Nunca vi uma puta gozar!". "Tem certeza?", perguntei. "Sim. Ela disse que não pode deixar isso acontecer, se não começa a confundir as coisas". Não tive dúvida de que ele mandou melhor do que eu. Mas talvez eu a tenha deixado no ponto, quem sabe?
Essa noite foi muito diferente da outra. Ela decidiu encerrar seu trabalho por ali, acho que mesmo para ela foi demais. No final, nós três voltamos satisfeitos, cada um para sua casa. Entendi que não é porque uma experiência é frustrada uma vez que não podemos repeti-la. Basta fazê-lo em outras condições.
15 comentários:
Su.....FICÇÃO NE?
Si, não.
Eu também nunca vi uma puta gozar, imagino que deva ser um daqueles acontecimentos bombásticos, mas me metendo na história, mesmo sem ser chamada, acho que se rolasse em outras condições haveria mais que uma só testemunha. Quem sabe você não seria cúmplice???
òtimo post
Como ninguém
Que decadência meu amigo kkkkkkkkkkkk
Beijos
Jana, você não sabe quão fundo sou capaz de chegar às vezes. E o melhor é não se sentir mal por isso!
Se um dia estiver andando por aquela área e ouvir uma voz infantil dizendo "Papai" sugiro correr. Rss
Descobri que ela tem namorado... rs
Estou começando a desistir de relacionamentos.
"Entendi que não é porque uma experiência é frustrada uma vez que não podemos repeti-la. Basta fazê-lo em outras condições."
Insights importantes surgem das situações mais diversas. Definitivamente.
Vai ver, ela era uma ótima atriz ;)
hahahaha
Adorei os dois posts das experiências em trio... mas deve mesmo ser uma coisa estranha esperar pra transar...
Beijos
Vai ver, ela era uma ótima atriz ;) [2]
puta gozando é complicado...
história digna de filme trash de madrugadas da globo, sem ofensas.
hehehe.
=**
Cara, eu sinceramente não duvido que ela tenha mesmo gozado. (Eu tinha um amigo que fingia ter gozado pra poder dizer que dava três por noite, então eu acredito em qualquer coisa relacionada a sexo...)
E sinceramente não duvido que possa ter sido legal. Mas continuo não curtindo a idéia de ficar esperando (seja como primeiro ou segundo da fila)
Nunca tive esse tipo de experiencia, mas acredito que esperar pra transar deve ser muito desagradável...
é o q eu sempre digo, cada experiencia é unica.
abração
Thales
Postar um comentário