2 de setembro de 2007

SMELLS LIKE TEEN SPIRIT: O MARAVILHOSO MUNDO PÓS-ADOLESCENTE (parte 2)

Escolhi o motel de sempre, na Glória, que nem garagem privativa tinha. Subindo no elevador, ela parecia não se agüentar de tesão. Chegamos no quarto, ela foi sentando no meu colo e me beijando. Ela parecia até mais excitada do que eu, mas eu estava muito à vontade com a situação.

Eu a conhecera via fotolog por acaso e descobri que era da cidade do meu primo três anos antes. Encontrei-a numa festa a fantasia lá mesmo e foi ela quem me abordou, mas na época, com apenas dezesseis anos, não me atraiu (embora eu tivesse ficado com uma garota de quinze na mesma festa!).

Enfim tirei nossas roupas. Sabia que, com apenas dezenove anos, havia uma boa chance de que nunca tivesse ido para a cama com alguém melhor do que eu. Assim, decidi fazer o meu melhor para tentar deixá-la impressionada. Até porque um elogio depois sempre faz bem ao ego.

Fiz de tudo para que ela chegasse quase lá antes mesmo que eu a penetrasse. Passei um bom tempo usando a minha língua em todos os lugares que pudessem lhe dar prazer. Quando ela já estava tremendo de tesão, coloquei a camisinha e penetrei.

Eu estava excitado como há muito não ficava. Senti que seria difícil segurar o gozo muito tempo e, quando ele veio, deixei. Sabia que, com a camisinha, ela não ia perceber e eu poderia continuar dentro dela até a sua vez.

Não demorou. Deitamos suados, ela com a cabeça no meu peito. "Você é muito bom", disse, sem que eu entendesse direito. "Foi muito bom pra mim também", respondi. "Não. Você é muito bom". Agradeci como se já soubesse, como se isso dependesse de mim e não de uma química inexplicável que simplesmente acontece entre duas pessoas.


Ficamos ali deitados conversando. Concordamos que, naquela fase de nossas vidas, seria impossível ter um relacionamento. Não queríamos exclusividade, apenas nos encontrarmos de vez em quando. Seríamos fuck buddies, como nos filmes e na vida de pessoas adultas. Transamos mais uma vez, dessa vez com ela por cima.

Pela manhã, deixei-a no ponto e voltei para a minha casa. Essa não seria a última vez em que nos encontraríamos.

(continua)

9 comentários:

Anônimo disse...

Impossível não sentir tesão com "cheinhas" acho que tá no DNA...Vi uma no caminho do Tatoo ontem, me lembrei imediatamante do seu post, ela tinha aquelas maçãzinhas no rosto quando sorria, um sorriso que era como um soco no estômago, conversava alegremente com amigas de faculdade (estavam indo pra aula) e nem suspeitava que eu observava atentamente, pois havia duas lentes de plutonite entre nós dois.

SACANITAS disse...

eita!

sexo casual entre amigos, quero ver no que vai dar!

beijoca
:)

lu disse...

fuck buddies é o que há!

Anônimo disse...

É interessante ficar com amigas. Mas claro que preservando a amizade... Se os dois têm cabeça pra manter um relacionamento legal e continuar com a amizade, isso é legal.

Em resposta ao comentário: sim, nos uniremos e dominaremos o mundo! (tá, o mundo a gente já domina... agora temos que partir pra o resto do sistema solar...)

Jana disse...

Que pretensão a tua, ela não foi pra cama com alguém melhor q eu kkkkkkkkkkkkkkk

Beijos

Simone disse...

fuck buddies ruless.

Alucinógena disse...

Égua, deixaste a guria no ponto????? Mas cadê o decoro cavalheirístico??? Nem sempre deixo meus amigos play-colors em casa, mas pelo menos eu dou o vale-transporte...
hehehe
#)

Anônimo disse...

uhul!
postagem quente!
hehehe
Existem fases da vida (principalmente na pós-adolescencia), que todos querem ter apena um PF (personal fucker), mas continuar livre...
acho que há pouco saí dessa fase...
:/

agora, deixar a mina no ponto tb achei sacanagem, hahahahah

Anônimo disse...

Fuck Buddies? Nessas horas eu paro, penso por uns 3 segundos, e vejo que não me batizaram de Junior por nada: eu sempre vou ser um mirim...